Testículos Pensantis


25/04/2004


Quase.


- Quase que eu ganhei um carro na sexta-feira.
- Quase ?
- Comprei uma rifa, eu tinha o numero 11.573.936 e sortearam o numero 11.573.937.
- Nossa ! Foi quase mesmo ! Há muito tempo, eu quase ganhei na loteria esportiva, faltou apenas 1 ponto.
- Eu quase fui dono de uma das maiores faculdades de São Paulo ?
- Como ?
- Minha mãe, antes de casar com meu pai, namorava com um cara e quase casou com ele.
- E ?
- O que cara que ela não casou montou uma escolinha e hoje é dono de uma das maiores faculdade de São Paulo, eu quase que fui filho dele.
- Quase fui gerente de informática de uma empresa. Mas a empresa teve um problema e acabou falindo antes da minha promoção.
- Que azar ! Comigo aconteceu algo parecido, eu era gerente de uma multinacional, um dia discuti com a faxineira e fui despedido. Nunca ia adivinhar que ela saia com um diretor.
- E a faxineira ?
- Ela quase se deu bem, chegou a ser secretária do diretor, mas um dia o diretor começou a transar com uma auxiliar de escritório e resolveu mudar de secretária.
- Bem feito para ela.
- Este mês faz 6 anos que me separei. Quase fui feliz no casamento.
- Por que se separou ?
- Descobri que minha mulher me traia.
- Que chato.
- Podia ser pior, quase que eu não descobria. Ia ser corno até hoje.
- E como foi a entrevista ontem ?
- Quase fui contratado mas acharam que eu era muito velho.
- E você, foi chamado para alguma entrevista ?
- Sim, fui. Quase que deu certo. Fui entrevistado pelo diretor da empresa, mas ele me achou muito inexperiente para o cargo.
- Fiquei sabendo que um supermercado está contratando pessoas. Vou dar um pulo lá amanhã. Quer ir ?
- Que horas ?
- Vou para lá bem cedo. Umas seis horas.
- Vou sim. Passo na tua casa.
- Então, até amanhã...
- Até...

Escrito por Escrito por Zanni às 10h07
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20/04/2004


Normalmente não falo de minha vida pessoal neste blog, mas tudo o que está descrito no post abaixo é a mais pura verdade. Inclusive a policia em minha casa. E ultimamente tenho mesmo refletido muito em como será minha vida depois que minha filha casar, pois ela é tudo para mim e meu mundo gira ao redor dela. E minha filha está cada dia mais linda. Nunca pensei em ter uma filha tão bonita e inteligente. Ela vai ser um perigo para os homens, eles que se cuidem...

Escrito por Escrito por Zanni às 07h26
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17/04/2004


Finalmente tinha acabado o casamento. Agora, sua filha pertencia a outro homem.
Ele voltou sozinho para casa, não tinha esposa.
Entrou no apartamento, acendeu a luz da sala, caminhou até seu quarto. Deitou mas não conseguiu dormir. Levantou e foi até o quarto de sua filha. Estava tudo lá, ela não havia levado nada. Sua cama, suas bonecas, figuras de artistas colados na parede. Ele deitou na cama dela e começou a lembrar dos anos que passaram juntos. Lembrou do seu divórcio, a mãe não quis ficar com a filha, queria começar vida nova. Lembrou como as primeiras noites foram difíceis. Lembrou das vezes que tinham chorado juntos. Lembrou como foi difícil superar os primeiros meses. Lembrou da tristeza em seu rostinho quando o dia das mães se aproximava.
Lembrou da primeira namorada que teve depois de se divorciar. Era uma moça alta, morena, bonita. A filha não a aceitava como namorada e ele falou que a moça viria morar com eles para ajudar tomar conta dela. Lembrou da cara feia da filha quando o via abraçado com a namorada. Lembrou da vez que a diretora o chamou na escola , disse que sua filha sempre chorava em sala de aula e, quando perguntaram o motivo do choro, ela havia respondido que seu pai transava com a empregada. Riu ao lembrar de como ficou embaraçado, sem saber o que falar. Acabou tendo que desistir do namoro, as duas não se davam bem e ele não teve escolha ficou com a filha. Tentou namorar outras vezes mas não encontrou ninguém que lhe interessasse e que ao mesmo tempo se desse bem com a menina. Lembrou como foi difícil educa-la. Teve que aprender a ser mãe e pai. Lembrou da vez que brigaram e ela lhe deu um tapa na cara. Lembrou de ter perdido a cabeça e ter corrido atrás dela para bater nela. Lembrou que ela gritou que ele a estava estuprando. Foi correndo chamar a empregada, que morava próximo, para testemunhar a briga entre eles. Lembrou da policia chegando. Lembrou da vergonha que sentiu quando a policia perguntou se ela ali que tinha um pai estuprando a filha. Se não tivesse tido o bom sensode ir chamar a empregada teria sido preso. As pessoas sempre gostam de imaginar o pior. Lembrou quando ela veio pedir sua permissão para namorar, e quando ele negou ela disse chorando : “Deixa pai, por favor, eu não quero namorar escondida de você.” Lembrou do primeiro piercing que ela colocou. Lembrou da discussão para que ela não colocasse mas ela sempre acabava vencendo as discussões. Ele a amava muito e ver o sorriso no seu rosto valia mais que qualquer outra coisa. No fundo ela era uma boa menina, nunca quis fazer nada que fosse realmente errado. Olhou novamente pelo quarto, muitas vezes tinha visto aquele quarto vazio mas agora sabia que seria para sempre. Sempre soube que ela um dia iria embora mas mesmo assim nunca quis acreditar que aquilo ia acontecer.
Lembrou daquela noite, lembrou dela vestida de noiva no altar. As lágrimas umedeceram seus olhos e ele começou a chorar. Fazia anos que ele não chorava mas naquela noite ele chorou. Adormeceu chorando. Antes de adormecer um ultimo pensamento : Em breve ela vai engravidar, e ai terei meus netos para contar rindo as estórias que um dia me fizeram chorar.

Escrito por Escrito por Zanni às 05h04
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10/04/2004


Um Conto de Páscoa


I

Dezoito horas. Final de tarde. As luzes da rua se acendem.
Vozes de crianças cantando : “Coelhinho da Páscoa que trazes prá mim ? Um ovo, dois ovos, três ovos assim...”. Elas correm por uma praça. Sobre um banco, uma caixa com pequenos embrulhos coloridos; ao lado da caixa , uma boneca. Se olharmos mais de perto veremos que são pequenos ovos de páscoa. Perto da praça, um cruzamento. Quando o semáforo fecha, as crianças lavam os vidros dos carros pedindo trocados. Como é Páscoa, algumas pessoas retribuem o serviço dos pequenos lavadores dando ovos em vez de dar dinheiro. As crianças depositam os ovos que ganham, em uma caixa no centro da praça. Enquanto lavam os vidros cantam : “Coelhinho da Páscoa que trazes prá mim ?...”.
As crianças moravam debaixo de um viaduto, haviam construído um pequeno quarto usando papelão e madeira. Tinham alguns vizinhos, a maioria catadores de papel. Eles também tinham construído seus pequenos quartos embaixo do viaduto.
Elas eram as únicas crianças por lá. Tinham fugido de casa.
Marta tem seis anos, gosta de brincar com sua boneca Sara. Ela ganhou Sara de seu pai no ano passado, alguns meses antes dele falecer. Bruno, dez anos, é um menino esperto e muito amigo de Marta. Gosta de correr e jogar bola. Rafael tem 14 anos, não é muito esperto mas é corajoso, sempre protegeu Marta e Bruno. Os três são irmãos.
- Rafael, hoje que é Páscoa ? – perguntou Marta.
- Sim... – respondeu Rafael, com sono.
- Mas o coelhinho não trouxe ovo prá gente.
- Coelhinho não existe, quem trazia o ovo era o papai.
- Mentira, o coelhinho levou nosso ovo lá para nossa casa, ele não sabe que mudamos para cá.
Marta abaixou a cabeça e começou a chorar baixinho. Bruno se aproximou e disse:
- Não chore Marta, vamos mandar uma carta para o coelhinho dizendo que mudamos para cá, e ele trará os ovos.
Marta correu para dentro de seu quarto de papelão, trouxe um pequena mala. A mala estava suja e rasgada mas ainda podia ser usada. Quando fugiu de casa ela pegou as coisas da escola, achou que ia continuar estudando.
Com a ajuda de Bruno, escreveu uma carta para o coelhinho explicando que estavam morando em outro lugar. Colocaram a carta numa caixinha do correio que ficava próxima ao viaduto.
II

Marta, Bruno e Rafael moravam numa boa casa, juntos com seus pais Rosana e Ricardo. Ricardo sofreu um acidente e morreu. Rosana tentou várias vezes conseguir emprego, mas não tinha disciplina e sempre acabava sendo despedida. Achava que uma mulher inteligente como ela, merecia coisa melhor do que passar o dia trabalhando e recebendo ordens. Desesperada e sem dinheiro, Rosana começou a freqüentar uma igreja evangélica onde conheceu Josué. Josué era pastor da igreja, era casado. Fez amizade com Rosana e começou a ajudá-la. Josué, como todo pastor de Igreja Evangélica, estava bem de vida. Deus paga bem a seus servos. Como Rosana era muito mais jovem que a mulher do pastor, logo o pastor se interessou por Rosana, e como o pastor tinha bastante dinheiro, logo Rosana se interessou por ele. Em pouco tempo os dois começaram a morar juntos.
O pastor adorava crianças, principalmente as meninas novas.
Um dia Marta estava triste e Rosana perguntou o que estava acontecendo.
- Mamãe, toda vez que a senhora vai no mercado o Josué pede para mim tirar a calcinha e fica mexendo no meu bumbum.
- Não acredito no que vc esta falando. – disse Rosana, em tom zangado. – Você fala isto por que não quer me ver feliz, está com ciúmes dele.
Marta correu chorando para o quarto.
Um dia, Rafael chegou mais cedo da escola e viu Josué acariciando as nádegas de Marta.
Revoltado, pulou em cima de Josué. Josué, fez de conta que nada aconteceu e saiu de casa.
Quando Rosana chegou do mercado, Rafael falou :
- Mãe, quando cheguei da escola, o Tio Josué estava passando a mão na bunda da Marta.
- Você também vai começar com mentiras agora. Será que vocês não podem ver minha felicidade ? Vocês querem que eu volte a trabalhar naquelas lojas horríveis ? Vocês não gostam do Josué por que ele ficou no lugar do pai de vocês, e então inventam mentiras sobre ele.
Um dia, enquanto Rosana estava no mercado, Josué chamou as três crianças e falou que quem mandava naquela casa era ele, e se eles contassem mais alguma coisa para Rosana, ele daria uma surra nos três e em Rosana também. Em seguida mandou que os três abaixassem a calça, ficassem de costa para ele e que não olhassem para trás de maneira alguma.
Durante a noite as crianças resolveram fugir de casa e a partir deste dia elas viraram moradoras de rua.( continua abaixo...)

Escrito por Escrito por Zanni às 13h17
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Um Conto de Páscoa (continuação)

III
A noite, quando já estava escurecendo, os três resolveram voltar para o viaduto. Rafael e Bruno carregavam a caixa com os ovos e Marta levava nos braços Sara, a sua querida boneca e única amiga.
Quando chegaram ao viaduto, sob o qual moravam, foram diretos para a casa da Tia Rita.
- Tia Rita! – gritaram os três juntos.
Tia Rita saiu de seu quarto, que também era feito de caixas. Ela deveria ter uns 40 anos, estava fumando.
- O que vocês querem ?
- Olha o que trouxemos ! – mostraram a caixa repleta de ovos.
- Muito bom ! – Tia Rita levou a caixa de ovos para dentro e em seguida trouxe alguns saquinhos plásticos, com uma substância branca dentro, e três ovinhos de páscoa pequenos, que as crianças reconheceram como alguns dos que estavam na caixa que havia sido entregue para Tia Rita.
- Obrigado, Tia Rita ! – agradeceram as crianças.
- Boa Páscoa para vocês. Agora deixem a Tia descansar. – Tia Rita voltou para dentro.
As crianças foram para seu quarto caixa. Cada uma sentou em um canto, com um saquinho.
Fecharam bem os olhos e começaram a aspirar o conteúdo. Tudo começou a ficar mais alegre.
Não sentiam mais saudades de Rosana, não sentiam mais saudades de Ricardo. Não lembravam mais das ameaças de Josué.
Marta lembrou-se da cartinha que havia mandado para o coelhinho.
- Bruno, será que ao coelhinho recebeu minha cartinha ? Será que ele vai trazer nossos ovinhos ?
- Cala a boca. você já não ganhou ovinhos ?
- Mas os ovinhos que os coelhinhos trazem são mágicos. Dentro deles existe felicidade. – começou a cantar – Coelhinho da Páscoa que trazes prá mim...
Ninguém respondeu. Eles continuaram a cheirar, cheirar. O único som que se ouvia era a voz de Marta cantando: “Um ovo, dois ovos, três ovos assim...”
De repente homens entram no pequeno barraco. Começam a tirar a roupa de Marta que continuava cantando : “Um ovo, dois ovos, três ovos assim...”
Rafael percebeu o que ia acontecer, e tentou reagir. Um homem o segurou por trás, pelo pescoço enquanto que outro lhe apontava um revolver. Não falaram uma palavra. O único som que se ouvia era a voz de Marta, chorando e mesmo assim cantando : “Um ovo, dois ovos, três ovos assim...”
Rafael, tenta se libertar do homem que o segura , o outro homem aperta o gatilho...o revolver falha. Rafael sente que está desmaiando. O homem, sentindo que Rafael vai desmaiar, deixa que ela caia. Antes de cair Rafael recupera as forças. Bate no homem que está com o revolver. Começa a gritar por socorro. Os outros habitantes do viaduto correm para o barraco. Rafael pega Bruno e Marta pelas mãos e corre, corre em direção a casa em que moravam. Durante o caminho Marta canta “Um ovo, dois ovos , três ovos assim...”. Quando chegam lá encontram Rosana. Rosana abraça fortemente Marta e Bruno, diz que os ama, vem na direção de Rafael e o abraça também. Marta ainda canta “Um ovo, dois ovos, três ovos assim...”. Rosana continua abraçando Rafael pelo pescoço.
O pescoço de Rafael está doendo. Ele abre os olhos e vê que ainda está dentro do barraco. Num canto, Bruno cheirando seu saquinho de cola, no outro Marta, sendo estuprada . Rafael olha para a frente e vê um revolver apontado em direção a seus olhos. Uma voz fala: “Desta vez está com balas”. Tudo vai se apagando. Ao fundo a voz de Marta cantando: “Um ovo, dois ovos, três ovos assim...Um ovo, dois ovos, três ovos assim...”.

Escrito por Escrito por Zanni às 13h12
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08/04/2004


Pergunta da Quinta.

Tenho algumas amigas que deixaram o celular cair dentro da privada.
Pergunta : O fato de mulheres deixarem o celular cair dentro da privada, está diretamente relacionado com o fato do mesmo estar equipado com dispositivo de chamada vibratório (vibracall) ?

Escrito por Escrito por Zanni às 13h04
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03/04/2004


Coisas de Solteiro

A noite acordo. Meu quarto iluminado pelo luar, que entra pela janela. Fecho os olhos e imagino uma mulher, linda, deitada ao meu lado. Sua doce voz dizendo ao meu ouvido:
- Meu amor, como é bom estar aqui ao teu lado... nós dois... este silencio... tudo tão romântico! Lá fora as estrelas brilham, pontinhos prateados na imensidão negra do céu... o luar entra pela janela, iluminando teu rosto, que, quando um nuvem intercepta os raios lunares, desaparece na escuridão, me lembrando que um dia poderei te perder. Nunca pensei que moraria com você. Nunca pensei que deixaria a casa de meu pai . Sinto tanta saudades dele, da minha mãe, da minha antiga casa, da TV a cabo, da piscina, dos criados, do jardineiro. Sinto falta dos tempos em que ia no mercado e podia comprar tudo que queria, não precisava levar a calculadora e ficar somando tudo para ver se o dinheiro ia dar . Porque a pior coisa que tem é chegar no caixa e depois de passar toda a mercadoria, ver que tá faltando dinheiro. É uma puta vergonha! A gente enche o carrinho e, na hora pagar, tem que deixar tudo naquela cestinha, que tem atrás do caixa. E sabe, falando em luz apagada. Você já pagou a conta de luz? Não vai deixar cortar que nem no mês passado. E estas nuvens passando na frente da lua significa que vai chover, e se chover já viu, vai entrar água pelo telhado de novo. Da outra vez que choveu, molhou toda a roupa que eu tinha passado. A tarde inteira passando roupa, para ter que lavar tudo de novo no dia seguinte. Tá pensando que sou sua escrava ? Que a única coisa que faço na vida é cuidar desta casa ? Minha vida é um corre, corre . Ontem acordei atrasada usei a privada nem puxei a descarga, saí apressada tropecei na escada esqueci a caneta nem lavei a buceta, fechei o portão prendi o dedão, parei na padoca prá comprar pão, o pão estava quente fiquei contente mas entrou no meu dente, marido pobre é uma fria, nem sequer tem dinheiro prá me levar no dentista. Corri para a fila, entrei no busão dei de cara com o João. Cheguei no metrô, passei na catraca, a escada rolante estava quebrada, embarguei no sentido da barra funda, um cara passou a mão na minha bunda, fui para o lado, longe do tarado, mas de que adianta ? Escapo de um, outro me apanha. E o pior de tudo, o bilau estava duro! Viro para um lado, viro para o outro, enfim escapo do outro tarado, o metrô pára, uma voz anuncia problema na via, o calor sufoca, o aperto é total, uma mulher do meu lado tá passando mal, pela cara dela a coisa era feia,pensei: "Vai desmaiar", mas nem imaginei que ia vomitar, o vomito fedido sujou meu vestido, chamei-a de vaca, meteu a mão na minha cara. Sinto um liquido escorrendo nas pernas, passei a mão para ver o que era. Ih fodeu !!! Meu chico desceu.
Abro os olhos e, mesmo sendo ateu, dou graças a Deus por estar sozinho.Fecho os olhos, durmo tranqüilo, e muito embora ninguém tenha me dito, tenho certeza de que dormi sorrindo.

Escrito por Escrito por Zanni às 21h35
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